Disputa acirrada pelas duas cadeiras do Senado no Rio Grande do Sul, revela a Quaest

Um levantamento realizado pela Quaest, divulgado nesta quinta-feira (30), revela uma competição acirrada pelas duas cadeiras disponíveis no Senado do Rio Grande do Sul nas eleições de 2026. Neste pleito, os eleitores terão a possibilidade de votar em até dois candidatos ou partidos para o cargo de senador. Os candidatos eleitos ocuparão seus postos por um período de 8 anos.

A pesquisa, que foi encomendada pelo Banco Genial, ocorreu entre os dias 24 e 28 de abril e ouviu 1.104 cidadãos com 16 anos ou mais no estado gaúcho.

Com uma margem de erro de três pontos percentuais e um nível de confiança de 95%, o registro da pesquisa junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é RS-03000/2026.

Cenário inicial

<pNo cenário inicial apresentado, Manuela D’Ávila, representando o PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), obteve 14% das intenções de voto. Germano Rigotto, do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), segue logo atrás com 12%.

Os candidatos Marcel Van Hattem, do Novo, e Paulo Pimenta, do PT (Partido dos Trabalhadores), aparecem com 9% cada um. Ubiratan Sanderson, do PL (Partido Liberal), marca 7%.

Frederico Antunes, do PSD (Partido Social Democrático), tem apenas 2%, enquanto Cláudio Diaz, do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), contabiliza 1% das preferências.

A quantidade de indecisos alcança 28%, e outros 18% dos entrevistados indicaram que votariam em branco, nulo ou não participariam da votação.

Cenário alternativo

No segundo cenário analisado pela Quaest, Manuela D’Ávila aparece novamente na liderança com 13%, seguida por Germano Rigotto com 12% dos votos.

Paulo Pimenta registra 10%, enquanto Marcel Van Hattem tem 9%. Ubiratan Sanderson obteve 6%, e Frederico Antunes aparece com apenas 3% nesse contexto.

Neste cenário alternativo, a porcentagem de indecisos permanece em 28%, enquanto aqueles que optam por votar em branco, nulo ou se abster chegam a representar 19% dos entrevistados.

Possibilidade de mudança no voto

A pesquisa também investigou se a decisão sobre o senador já é considerada final pelos entrevistados. Dos participantes, 62% afirmaram que sua escolha ainda pode ser alterada até a data da eleição.

Por outro lado, 37% estão seguros de sua decisão. O índice daqueles que não sabem ou não responderam foi registrado em apenas 1%.

By Acontece em Canoas

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