Um terminal terrestre destinado ao gás natural liquefeito (GNL) pode ser implantado em Rio Grande, com um investimento que pode chegar a R$ 1 bilhão. Este projeto está sob a responsabilidade da Edge, empresa integrante do grupo Compass, e ainda aguarda uma decisão final sobre o investimento, além das devidas aprovações regulatórias.

Recentemente, a Edge assinou um memorando de entendimento com o governo do Rio Grande do Sul para a criação de uma nova infraestrutura de abastecimento de gás no Estado.

O valor previsto de até R$ 1 bilhão indica o potencial financeiro do projeto, embora esse capital ainda não tenha sido assegurado. A Edge espera tomar uma decisão sobre o investimento em um período aproximado de seis meses.

Terminal poderá fornecer até 3 milhões de m³ diários

A capacidade inicial projetada é de cerca de 800 mil metros cúbicos de gás por dia, com a possibilidade de expansão para até 3 milhões de metros cúbicos diários no futuro.

Durante uma entrevista à Reuters, Demétrio Magalhães, CEO da Edge, destacou que a distribuição inicial será realizada por meio de caminhões criogênicos.

O fornecimento do gás poderá ser realizado a partir do terminal que a Edge já possui em Santos ou diretamente de fornecedores internacionais.

Vale ressaltar que o memorando assinado é uma fase preliminar no desenvolvimento do projeto e não garante que a construção do terminal esteja aprovada neste momento.

Detalhes do projeto serão apresentados nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira (25), às 11h, o governo estadual junto com a Edge irá divulgar mais informações sobre o memorando no Porto do Rio Grande.

O governador Eduardo Leite deverá estar presente na apresentação. Até agora, os materiais disponibilizados não especificam a localização exata do terminal na cidade nem trazem um cronograma para o processo de licenciamento.

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